Robbie Jacks



Fazer um amigo é ganhar um pedaço extra de você mesmo, um irmão ou irmã que você pôde escolher. É com ele que se troca confidências, fofocas e com quem passamos horas teorizando sobre nada e ao mesmo tempo tudo. Amizade virtual é a mesma coisa, com um plus gráfico e fofo. Quer você esteja :( ou :/ ou até mesmo >( , seu amigo vai estar lá do outro lado do monitor pra te dar aquele apoio seguido de um forte [] e muitos :**** . Você pode até ficar :-O e :-S se seu amigo ficar x( mas, no final, tudo se acerta, pois amigo que é amigo \o/ pelo outro, não? E é claro que isso nos deixa muito :D !

Então fica dado meu recado: amizade, seja virtual ou real, é uma delícia. O que você está esperando pra abrir seu MSN? Tenho certeza de que tem um monte de gente legal te esperando. Boa sorte :p !!!!
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Robbie Jacks


A indústria musical carece de bons exemplos, ou melhor, carece de bom senso. Foi-se o tempo em que o artista batalhava para que suas canções chegassem ao topo, fazia uma maratona de shows para divulgar seu trabalho, e via todo o seu esforço recompensado na forma de um pequeno gramofone dourado que lhe concedia o status de estrela.

Voltando à triste realidade, assisti dia desses a Amy Winehouse (ou Casa de Vinhos,rs) fazer uma apresentação lamentável direto de Londres (porque os EUA são burros mas não são bestas) onde a cantora (?) tentou entoar o cântico Rehab (e a discreta ironia?) mas parecia à beira da overdose. E ainda assim, caindo pros lados, enrolando a língua e com olhar de quem estava vendo gnomos, Amy me sai dali com 5 Grammys!!!

Os fãs que me desculpem, até acho legalzinha as músicas, mas abrir a sacola dos Grammys para alguém que fez pouco ou nada além de passar os dias se drogando, perdendo os dentes, gritando pelo namorado encarcerado e trocando a cor do picumã não merece esse prêmio. Ou talvez eu seja conservadora demais e a Amy que está na onda certa de fazer show drogada. Vou então rever meus conceitos e aguardar ansiosamente os Grammys da Bitchney e os Oscars da Linsday Lohab...
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O assunto hoje é MACONHA e, quem quiser, olhe pro outro lado porque eu tenho que dizer: VAMOS PARAR COM ESSA LENGA-LENGA E LIBERAR GERAL!

Não fumo maconha ou qualquer tipo de cigarro, não uso drogas e não idolatro quem canta sobre ou a usa como meio de libertação, pois acredito profundamente que drogas aprisionam o ser humano.

Agora, não foi por culpa da ilegalidade que me tornei assim, acho que fui simplesmente criada para evitar as armadilhas do mundo real. Se a maconha for liberada, seja para uso medicinal, espiritual, extra-sensorial ou qualquer outro motivo que ultrapasse o entendimento dos reles mortais, não acredito que o consumo entre os não-usuários irá aumentar. Quem se beneficia dos efeitos da droga medicinal teria sua vida facilitada e, vamos combinar, o lucro do tráfico de drogas deve diminuir, pois seria um produto a menos no mercado negro, não? E eu dou um beijo e um queijo pra quem diminuir a violência por aqui.


Sou muito fã do livre arbítrio, e levanto aqui minha bandeira: quem quiser fumar, que fume, quem quiser beber, que beba. Só não faça isso do meu lado, por favor.
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Por incrível que pareça, ser trocado por um homem é um dos meus pesadelos mais recorrentes. Porquê? Ora, pense na humilhação que deve ser ouvir seu namorado dizer que o que você tem não é o que lhe satisfaz, e o bonitinho só descobriu isso depois de TE namorar!! Morra, Phulano.

Ser trocada por outra é Über chato também, mas é o tipo de situação em que você pode se consolar, dizendo que ele te trocou por uma qualquer, e que ela é mais feia, mais gorda, mais vesga, mais burra e por aí vai. Agora, ao ser trocado por um homem você vai dizer o quê? Que o outro é mais peludo, mais macho, mais sem-educação e mais musculoso? E o que a gente diz pro pai quando chegarmos chorando em casa? Que o namô provou e não gostou da fruta, da SUA fruta? Vergonha, tristeza e choque. Não troco figurinha, não fico amiguinha, e também me recuso a armar um barraco. Simplesmente viro as costas e desejo, de todo o coração (ferido e quebrado), que eles virem purpurina.
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Sou o tipo de pessoa que mais pensa do que faz, ou mais faz e pensa que não faz. Fez sentido? Não? Vou tentar explicar usando o carnaval, aproveitando o clima:

Amo carnaval. Adoro ver o pessoal suando, dançando, a passista sambando, o gringo babando, a escola passando, a bateria tocando. Acho lindo, colorido e sobe até um calorzinho pelas veias quando vejo minha Mocidade na avenida. Agora, me pergunta se eu gosto de assistir ao vivo? Detesto muvuca, gente suando em mim, passista se amostrando do meu lado, gringo babando do outro, aquele calor lazarento e o cheiro de suor. Fora que, na hora que enche o saco e quero ir embora, tenho que enfrentar o trânsito infernal do Centro até minha casa, com mais gente suada e fedida, fora os bêbados e as senhoras gentis que gostam de falar alto e cuspindo na cara dos outros.

Assim é minha visão sobre as diversões da vida: muitas vezes, acho mais legal a IDÉIA de fazer alguma coisa do que fazer a coisa em si. Massss, como idéias não geram memórias (nem fotos, nem estreitam laços com amigos, amantes, pais e irmãos), acabo saindo e, para minha não-mais-surpresa, me divirto muito. No entanto, gostaria muito de, na hora que o programa enche o saco (e, acredite, não demora muito), poder me teletransportar pro meu quarto. Um dia ainda invento essa máquina.
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