Robbie Jacks


-Perder a pochete (que agora já virou mochila!!);
-Parar de procastinar pra não ficar que nem louca correndo atrás de prazo;
-Decidir se caso ou compro uma bicicleta (porque patins eu já tenho!)
-Resolver se fico no Brasil ou vou de mala e cuia pra Austrália;
-Prestar mais atenção aos sentimentos dos outros, para (tentar) evitar feri-los.


É isso. Acho que, esse ano, vou seguir o lema dos AA: um dia por vez. Será que consigo?
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Robbie Jacks



Embora eu ainda esteja embuída do espírito natalino (afinal, estamos a 19 dias da data), não posso deixar de notar outra data que está se aproximando e deixando muita gente ansiosa: o carnaval.

Carnaval, no Rio, é basicamente centrado nas escolas de samba. É claro que os blocos de rua fazem a festa dos foliões menos abastados, mas a única coisa capaz de mover essa cidade com 3 meses de antecedência são os ensaios nas quadras.

Quando eu era pequena, passava todos os meus carnavais em Padre Miguel. Daí veio minha paixão pela Mocidade. Era muito legal ficar na casa dos meus tios, me fantasiar e sair na rua com eles, mesmo que, depois de alguns segundos, eu quisesse voltar correndo pra casa com medo dos bate-bolas. Tínhamos também uma superstição: se minha mãe não fosse a Padre Miguel na época do carnaval, nem que fosse só para uma visita rápida, a Mocidade não ganhava o desfile. Uma vez, após um desfile especialmente maravilhoso, cheguei a brigar com minha mãe, achando que a escola tinha perdido por culpa dela. Ironicamente, a Mocidade nunca mais conquistou um título desde que minha querida mãe faleceu.

Minha primeira lembrança de carnaval é estar na casa da minha vizinha, com apenas 2 anos de idade, cantando a plenos pulmões o samba de 84 do Salgueiro, enquanto minha mãe babava. Ganhei também um concurso de passista mirim em 1988, e todo mundo achava que eu seria DO samba. Mas, na primeira vez que fui a um ensaio, o barulho da bateria foi insuportável. Desde então, passo longe das quadras.

Assim, sem pique pra aguentar a maratona dos ensaios e desfiles, e sem ânimo pra ver minha escola do coração perder mais uma vez, me afastei do carnaval. Enquanto um bando de gringo paga caro para ver de perto a magia no Sambódromo, eu fujo para o litoral, para a Europa, para a Oceania (ah,que saudade). Não consigo achar as notas justas e, embora ainda ria demais com a apuração, não posso dizer que torço para ninguém, pois não vejo mais os todos os desfiles.Imagina se eu vou ficar sentada naquela arquibancada dura, doida pra ver minha escola passar, e saber que, no final, o resultado não vai ser o esperado? Mas quem sabe? Se me oferecerem um lugarzinho no camarote da Brahma, meu espírito carnavalesco bem que pode voltar com força total...



Robbie Jacks




Imagine um lugar onde se pode rir até chorar, sentir medo sabendo que não há perigo, voar sem ter asas, brincar como se não houvesse amanhã. Um lugar onde mocinhos sempre vencem, o céu é realmente mais azul, o sorvete é mais gostoso e a vida, mais leve. Nesse lugar não há cobranças nem provas; seu único propósito é te entreter. Ali o tempo pára, ou melhor, voa: engraçado como o tempo passa depressa quando estamos nos divertindo.

Sim, meu lugar é a Disney, onde as princesas se materializam, os sonhos se concretizam e o mundo é doce feito calda de chocolate num sorvete de flocos. A Disney é o supra-sumo de ser criança, e é onde os adultos não têm vergonha de se divertir. É para onde quero ir, para fugir, para sonhar, para realizar o meu wish upon a star.
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Robbie Jacks


Ó, essa vem "direto do túnel do tempo":

Trascrição do diário rosa da Hello Kitty, 02/10/1994:


Diário, nem te conto! Um dia desses, eu e minha colega Sônia* estávamos passeando e conversando. De repente, um colega meu, o Mateus* (ele não mora aqui, só passa as férias) pediu pra ficar comigo. Depois de trocar muitos recadinhos e fazer a Sônia de pombo-correio, eu aceitei na condição de que ela fosse com o João* conosco.

Ela aceitou e nós fomos, só que, na hora, nossos dois amigos desistiram. Só ficamos nós no esconderijo. Ele me pediu que fôssemos prum canto e me beijou, só que o único que achou graça (eu espero) foi ele. Foi meu primeiro beijo. Mas eu achei um beijo tão sem-graça e babado (até molhou minha blusa!) que eu acho que nunca mais vou ficar com alguém sem vontade. Além de tudo ele era um sem-vergonha!

Tchau, Tchau!

Roberta 94


1994. Pra vocês verem o quanto eu tô velha!rsrsrs



*Nomes trocados porque, er, bem, a história é minha!rs
Robbie Jacks



É, já estamos quase abrindo as portas de 2009, e muitas coisas que eu queria já consegui, mas ainda dá tempo para:

  • Reunir aquelas amigas que você não vê desde 2007, mas prometeram "que de 2008, não passa!";
  • Pegar um finde qualquer, e fazer aquele programa diferente que você "nunca tem tempo" pra fazer;
  • Planejar o melhor Reveillon da sua vida!
  • Ligar para aquela tia distante, que sempre te adorou, mas nunca te encontra em casa;
  • Arrumar a bagunça do seu quarto;
  • Aproveitando a limpeza, renovar seu guarda-roupa, doando o que não quer mais e abrindo espaço para os presentes que virão no Natal;
  • Dar um gás na academia. E evitar comer porcarias nesse meio-tempo, para poder enfiar o pé na rabanada no dia 25!;
  • Continuar estudando. Não é porque já se passou de ano que vamos deixar as notas caírem,né?;
  • Usar maria-chiquinhas cor-de-rosa, andar de pernas-de-pau, escrever uma carta de amor, enfim, fazer aquilo que você sempre teve vontade, mas tinha medo de ser tachado de ridícula.
Enfim, ainda temos um restinho de tempo para tornar 2008 inesquecível. Só basta querer!
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Não sou do tipo de pessoa que acorda se achando o máximo, que veste qualquer roupa e acha que tudo fica lindo, como se tivesse saído da gravação do núcleo abastado da novela das 8. Mas toda garota, e eu não sou diferente, tem pelo menos 1 modelito no armário que, sem modéstia nenhuma, "ahaza".

Diz uma pesquisa aí que os homens respondem mais à roupas vermelhas, mas o que importa é o quão poderosa você se sente naquela roupa e não a cor ou o estilo . Essa roupa deve realçar seus pontos fortes, e te fazer sentir linda, capaz de conquistar o mundo.

Minha roupa "tiro-e-queda" varia de acordo com meu humor. Às vezes é um vestidinho preto, às vezes uma calça jeans, às vezes uma blusa com decotão. Quando acordo bem, escolho minha roupitcha e saio de casa disposta a conquistar o mundo, ou pelo menos um descontinho naquele Ipod nano rosa. Geralmente, se estou com a confiança em dia e, é claro, minha roupa da sorte, o mundo se abre pra mim.

Mas às vezes acontece de acordar me sentindo muito monstrenga. Se você também passa por isso, não se estresse: se jogue na T-shirt e se jogue no sofá. Afinal de contas, até as mais lindas princesas têm um dia de plebéia!
Robbie Jacks




Imaginemos a situação:

Quando seu namorado avisa que vai sair com os amigos, normalmente a gente pensa: "ah, eles vão jogar bola/playstation/sinuca/(o jogo favorito do seu namorado aqui), e eu vou aproveitar para ir ao shopping com minhas amigas". De noite vocês se encontram e tudo é lindo.

Mas a situação muda quando ele diz que vai sair com uns amigos e a gente descobre que tem umas (ou várias) meninas lindas no meio. Por quê? O que é essa insegurança (vulgo ciúmes) que a gente sente? Ou é tudo da nossa cabeça?

A última fofoca do ciúme exagerado foi o rompimento (doloroso em vários níveis) entre o Dado e a Luana. Não sei o motivo da briga, se foi o monólogo seminu que ela está encenando ou se tem uma terceira pessoa na jogada. O fato é que eles levaram a briga às últimas conseqüências, e dizem que Dado deu na Luana.

O ciúme é um bichinho ardiloso, que aperta o coração e dá nós na cabeça. Muitas vezes ele pode ser útil, fazendo o papel daquela nossa vozinha interna que nos diz que algo está errado. Outras vezes, esse bichinho cresce tanto que fecha nossos olhos e ouvidos ao que o outro tem a dizer, e criamos nossa própria lógica, nossa própria interpretação dos fatos. Aí, tudo vira motivo de desconfiança, e a agonia desse sentimento nos faz agir que nem loucas, lavando roupa suja na frente dos outros e vendo fantasmas e amantes onde não tem. Ciúme não tem que ser ruim, pois ele mostra que amamos. Só não podemos amar alguém tanto a ponto de esquecermos de amarmos nós mesmas.
Robbie Jacks



Nossa, gente! Acordei eu, nessa manhã estranhamente sombria - bem, talvez o "sombria" seja conta do meu humor, mas o tempo lá fora tá bem com cara de Paradise Lost - e vejo que uma fellow blogueira, a Dani, me presenteou com os selinhos abaixo:







Que honraaa! Obrigada, Dani! Como te escrevi, você alegrou meu dia, ou melhor, minha tarde vazia, ou melhor, minha manhã sombria... rsrsrs Brigaduuuuuuuuuuuuuu!


Ah! Vou procurar saber mais desses selinhos, esses eu ainda não conhecia!

Bju, bju, bju! Daqui a pouco tem pauta!
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Aos 12 anos, meu passatempo preferido era brincar de boneca. Não falo daquelas bonecas-bebezinhas, que voce finge dar comidinha, aplica injeções de mentirinha e ralha com ela igual sua mãe fazia com você. Meu negócio eram as Barbies, os Kens e as Susies da vida. Todos os dias, era lei invadir a cama da minha mãe, espalhar meus brinquedos na cama e montar a "mansão" da Jaqueline, minha Barbie mais bonita. E Manoel Carlos que se cuidasse: um dia ela era a empregada que se apaixonava pelo filho do patrão; no outro, a madrasta que tinha um caso de amor tórrido com o enfermeiro do marido tetraplégico. Romance, aos meus 12 anos, era assim-- duravam um dia, eram cheios de reviravoltas, mas sempre terminavam com um final feliz. Tudo ia bem no reino da minha imaginação.


Aí, semana passada, sofri um baque da realidade. Junto com Eloá, a menina feita refém pelo namorado insandecido, me veio a pergunta: será que sempre foi assim? Fiquei com pena da menina Eloá. A menina que, aos 15 anos, ficou entre a vida e a morte por conta de um relacionamento que nem eu, na idade que tenho hoje, conseguiria entender. A menina que, aos 12 anos, quis viver as fantasias que povoavam sua cabeça, românticas e juvenis. A menina que queria ser adulta foi namorar um homem feito, e não se deu conta que não só a sua infância foi interrompida, mas também qualquer chance de futuro.
Robbie Jacks



Sou conhecida por engolir elefantes e engasgar com mosquitos. O que acontece é que meu baldinho de paciência vai enchendo, vai enchendo e um dia, seja por maremoto ou gota d'água, ele transborda. Aí não tem choro nem vela: não perdôo mesmo.

Não perdoar não é legal- já perdi amigos e namoros. Não perdoei a amiga da 5ª série por roubar minha lapiseira; não perdoei o namorado que esqueceu meu aniversário. Os motivos parecem bobos, e são mesmo, mas fazem parte de uma longa cadeia de furos que estremeceram os relacionamentos. Quando canso de ser boazinha, dou meu grito de independência, e corto mesmo.
Embora eu saiba que guardar mágoa só fere quem a carrega , perdoar, às vezes, significa atestar que tudo está bem, que ele/ela pode continuar vacilando que eu agüento. Se não consigo perdoar, é porque a decepção foi maior que o amor, e não há mais razão para continuar. Sorte que esse mundão é grande, e sempre haverá novas amizades, novos amores, novos recomeços.
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Robbie Jacks




Dato de 21/04/1997, 1 dia após meus 15 anos, o início da minha neura com calorias. Nesse dia, meu casinho me trocou por outra. Tá, ele pode ter me trocado por "N" razões, mas a única coisa que vi foi que ela era magra e linda. E, me olhando no espelho, percebi que meu corpo era o dobro do dela. Surtei e decidi que, a partir de então, meus dias comendo X-tudo acabariam.

11 anos passaram e continuo na briga. Se as aulas de matemática tivessem usado as calorias do meu nescau com pão-de-queijo matinal como base para os cálculos, hoje eu seria presidente de banco. Infelizmente, não sou presidente de nada e ainda roubo na contagem de calorias. Não consigo fazer essas dietas de revista, com receitas complicadas e ingredientes que nunca vi na vida (endívia é peixe?). O fato é que ainda não descobri um jeito de viver com papel e caneta na mão, contando as benditas unidades de energia para manter o corpo (e as calças) num tamanho decente. Como por gosto mais do que por necessidade! Gosto dos sabores, das texturas, e do conforto que comer traz. Quando estou namorando,então, nem se fala! Tudo é motivo pra comer: o cineminha, a festa, o finde esparramado no sofá...

Minha única saída é malhar muito. Sei que não é a solução, mas tem ajudado. No entanto, fica a promessa: amanhã eu começo uma dieta. Agora, deixa eu aproveitar que ainda é hoje pra dar um pulinho lá na geladeira!
Robbie Jacks


A pauta da vez é "casamento gay". Mais especificamente, o casamento entre a Lindsay Lohan e a Sam Ronson, que foi supostamente anunciado dia desses. Agora, vamos separar o joio do trigo:
Primeiro de tudo: quem disse que a Lindsay e a Sam estão mesmo juntos? Não sou de acompanhar a vida das celebridades, mas eu acho que isso nem namoro é. Ou é amizade ou é uma "fase", bem ao estilo Anne Heche (aquela que era, mas não é mais. E o disco voador, lembra?) . Pusé. Para mim, Lohan não é gay, nem bi, nem chegada: está só solitária e confusa.

Agora vamos ao casamento gay: não tenho nada contra. Uma das minhas ídolas, Ellen DeGeneres, acabou de se casar, e eu gostaria de vê-la em uma união duradoura, com muitos filhinhos. A questão do casamento não é com quem você vai se casar, mas por quê. Se as pessoas gays, lésbicas, trans, bi ou queer, sei lá, acharam a metade da sua laranja, a panela da sua tampa, a carne da sua unha, por que não casar? Não é proibindo os pombinhos de assinar um papel que se vai extinguir a homossexualidade, né? E se eu estiver errada e a La Lohan quiser juntar os trapinhos Valentino com a DJ, que junte! O negócio é ser feliz, cada um cuidando do próprio nariz!!!
Robbie Jacks




Há um bocado de anos atrás, eu era obcecada por música. Como não tinha computador nem nada aqui em casa, eu ficava super ansiosa para ver alguma notícia dos meus cantores favoritos na TV, e mais ainda para ouvir as músicas novas nas rádios. Eu comprava todo e qualquer cd dos meus queridos, e gravava as músicas numa fita cassete, para ouvir no caminho para casa.

Assim que a internet chegou, embora eu continuasse gravando músicas da rádio e comprando os cds, "descobri" que podia ter todas as músicas ali, na hora, e sem gastar um tostão. Se eu achei errado? Nunca! Eu já gravava tudo da rádio, por que não gravar da net?

A minha opinião não mudou desde então. Sempre comprei os cd's e dvd's dos artistas que realmente gosto, e vou continuar comprando. E acredito que os artistas, que antes poderiam lançar "qualquer coisa" que seus fãs mais ardorosos comprariam sem pestanejar (como eu fazia!), agora estão mais espertos, pois os fãs têm acesso às músicas ANTES de investir no cd. Quem já sacou isso percebe que os cd's e os dvd's tem que ter um QUÊ a mais- um encarte legal, um vídeo exclusivo, um brinde bacana. Assim, ganham os artistas, que garantem o caviar das manhãs, e ganhamos nós, pois não há nada melhor para um fã do que desembrulhar o
mais novo cd/dvd do seu artista favorito.
Robbie Jacks



Um dia, me perguntaram se a amizade tem preço. E eu, sem pestanejar, respondi que sim. Aí os olhos arregalaram: "Como assim, preço? Quer dizer que você pega sua mesada, vai numa lojinha e pergunta pro caixa em qual corredor o amigo mais fresquinho (ou saudável, crocante, cheiroso, aí vai do seu gosto) se encontra???"


Nãããão! Amizade tem preço justamente porque ela NÃO pode ser comprada! Já explico: para se fazer um amigo, é preciso gastar sim, mas gastar TEMPO. Tempo é mais precioso que dinheiro e, se você usa um pouco do seu tempo para conhecer uma pessoa, para ajudá-la, para rir, chorar ou fazer caretas com ela, pronto: mais um amigo foi feito!


A quantidade de tempo que você vai "gastar" nesse amigo só depende de você. Às vezes demora muito para se tornar amigo de alguém, às vezes, só um instante. O que importa mesmo é a qualidade desse "câmbio temporal": para ser amigo, tem que estar presente, mesmo longe; tem que gostar, mesmo brigando; tem que ajudar, mesmo precisando de ajuda. É isso que torna um amigo, no final das contas, um bem inestimável.
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Robbie Jacks




Admito: já fucei orkut alheio. Até um tempo atrás, a comunidade "Eu fuço orkut alheio" era obrigatória na minha lista, pois não tinha como negar que o meu interesse pela vida alheia era mais forte que o interesse pela minha própria.

Por mais contraditório que pareça, também já fiquei neurótica com quem me fuçava. Sempre que eu abria meu orkut e via aqueles nomezinhos indesejáveis de quem me visitou, ficava fula da vida. Não têm uma louça para lavar, não?

Um dia, relaxei. Parei de me preocupar com a vida dos outros, e também com quem se preocupava com a minha. Se ora meu status dizia 'namorando', ora dizia 'solteira', vi que não devia satisfação a ninguém. Desneurei também sobre quem iria ver ou não minhas fotos, e parei de apagar os recados dos amigos. É claro que ainda dou umas fofocadas nos orkuts dos amigos, mas desde que comecei a prestar atenção no que rola fora desse mundo virtual, minha vida ficou über melhor.

Desneurei. Que me fuçem, me cheirem, me vejam. Quem escolheu ser espectador no filme da minha vida vai fazer de tudo para saber os detalhes dela, e vai torcer contra ou ao meu favor. Que me achem mocinha, bandida, forte, fraca, diva ou excêntrica: a minha vida eu vou levando e, se alguém escolheu acompanhá-la, é sinal de que minha novela está bombando.

Aos que assistem aos capítulos, só peço que não deixem de inventar sua própria história. O melhor final é aquele que a gente mesmo inventa, né? E como diz o meu xará: se chorei ou se sorri, o importante, são as emoções que eu VIVI. Viva as suas também. E poste bastante fotos no seu orkut, para eu dar uma espiadinha!



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Robbie Jacks


Confesso que já vivi paixões fortes, daquelas que uma ligação basta para te deixar nas nuvens e um dia sem ligações se torna um desespero. Não sou de perseguir ninguém (exceto aquele menino da escola que fazia natação e ficava O MÁXIMO naquela sunguinha preta), e também não fatio ninguém que não queira ficar comigo (apesar de ter tido aquela "vontade de esganar"). Sem dar nome aos bois (bois mesmo, bois chifrudos e canalhas), farei uma breve descrição das minhas paixões mais arrebatadoras.

Paixão por ídolo conta???

As primeiras foram, é claro, com ídolos. O preto-mais-branco do mundo me fazia sonhar, cantar alto, pagar mico na banca de jornal, chorar sozinha no quarto e dar gritos histéricos no ouvido da mamãe quando aparecia na tevê. Foi minha paixão mais duradoura, e terminamos por "incompatibilidade de gênios". Somos amigos até hoje, de vez em quando ele vai lá no meu Ipod.

Seguiram-se outros ídolos, é verdade. Cerquei porta de hotel por uns meninos aí, enfrentei a multidão na frente do Sheraton, dormi na fila para vê-los no Maraca. Já perto do fim, eles se separaram amigavelmente, e eu me separei deles. Não tinha mais graça.

Agora, quando as paixões passaram para o corpo a corpo, tudo mudou. Ou melhor, eu mudei. E nenhuma terminou bem. Paixões te viciam na pessoa, e qualquer coisa que ela faça te afeta profundamente. Lembro bem de 3 delas que, mesmo com suas diferenças, foram iguais: em todas mudei de personalidade, dei muito sem esperar nada em troca, me joguei na vida deles e esqueci da minha e, ao final, segurei firme quando eles já queriam soltar. Quando os laços se desfizeram, meu chão sumia, minha alegria também, e remoía pensamentos e biscoitos, deitada na cama, sentindo pena de mim. Num momento, imaginava-os, eufórica, me pedindo para voltar, e logo em seguida me deprimia, imaginando-os com outra. E essa ciranda vertical se repetia por períodos que variavam entre dias, semanas e meses. Nunca mais, nunca menos. Lentamente, voltava a ser eu mesma, curtir os amigos, a família e o café da manhã de domingo. Mas nunca me senti mais forte, mais confiante ou esperta após esses relacionamentos.

Dizem que a gente aprende de verdade apenas em duas situações: ou em um grande amor ou em uma grande dor. Eu digo que, quando o grande amor e a grande dor se juntam, a gente só aprende uma coisa: não vale a pena.
Robbie Jacks



Para responder com firmeza esta pergunta, eu teria que ser usuária. Como não sou, vou inferir que a galera usa drogas porque ou têm problemas sérios ou não têm problema nenhum e querem um pouco de êxtase. Dos dois tipos.

Consumir drogas está na minha lista como uma das coisas mais estúpidas que se pode fazer. Para quem tem problemas de família, sociais, pessoais, e querem fugir de tudo, eu pergunto: que barato é esse que some depois de pouquíssimo tempo e te deixa ainda mais pra baixo, cada vez mais dependente, com problemas de saúde e completamente duro? E, para quem acha que tira onda na night bebendo, fumando, cheirando ou injetando, eu pergunto: vale à pena curtir uma balada sabendo que você não vai lembrar de nada no dia seguinte? Que graça tem pagar mico na boate, fazer o que não deve com gente que não conhece e ficar enjoada no dia seguinte?

Vida a gente só tem uma, e não gostaria que você a desperdiçasse nesse mundo paralelo que a droga te leva. Se te oferecerem drogas, diga No, No, No. Para essa música, eu dou um Grammy.
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Robbie Jacks



Me chamem de retrógrada, me chamem de passè, mas sou contra a distribuição de camisinhas na escola.

Se eu fosse uma diretora de escola, eu seria do tipo otimista: tentaria prevenir a estupidez da garotada, através de aulas de sexologia, diálogos e esclarecimento. Com isso, esperaria que eles pusessem a mão na consciência ANTES de a colocarem dentro das calças.

Agora, se eu pensasse como esses ladrões pseudo-humanitários do governo que sempre escolhem tapar o sol com a peneira, colocar band-aid em fratura exposta e tirar o excesso de sal DEPOIS da comida pronta, eu distribuiria camisinhas nas escolas, nas creches, nos feriados, na porta das boates e ia batendo de casa em casa todo mês pra deixar um suprimento, feito Papai Noel. Afinal de contas, o que eles têm em mente é que a população é BURRA e, como toda boa carcaça, as pessoas aderiram às orelhinhas peludas.

Tô de saco cheio de políticas tapa-buraco, de políticos corruptos, de adolescentes sem noção. Onde é que vamos parar?
Robbie Jacks



Se aqui fosse como as escolas norte-americanas, ao final do ano teríamos um yearbook no qual dividiríamos os colegas mais "notados" em categorias: o "feioso e burro" (futuro caminhoneiro), o "feio nerd" (o próximo Steve Jobs), a "loura bonita e burra" (mais uma pensionista de jogador de futebol) e por aí vai.

Para fazer graça na escola está bom, mas sabemos que rotular alguém de 'feio', 'bonito', 'burro', 'inteligente' não predestina o futuro de ninguém. A vida, felizmente ou não, é mais complexa do que isso, e nossa personalidade também.

Acredito que, para alcançarmos o sucesso, temos que cuidar de vários aspectos pessoais. É claro que é muito importante cuidar da aparência, pois ninguém quer lidar com um sujeito sujo, fedido e maltrapilho, não? Um tapinha no visual sempre ajuda.

E é claro que, se você tiver uma boa dose de sorte (e muitas vezes o velho QI=Quem Indique), tudo fica mais fácil! Mas o que realmente interessa é o que vem depois que você abre a boca: inteligência para fazer as escolhas certas, carisma para conquistar aliados, perseverança para superar os obstáculos e esperteza para se livrar de furadas. Afinal de contas, para abrir as portas da vida, não basta seduzir o chaveiro: tem que saber usar a chave.
Robbie Jacks


Tem dias em que acordo achando tudo lindo, pensando que meu mundo é perfeito e que a felicidade entrou pela janela enquanto eu dormia.

Tem dias em que acordamos achando tudo um lixo, que nada dá certo, e a gente olha para aquela amiga, aquela modelo, aquele ______ (você preenche), e sente raiva por não ter aquilo que eles têm.

Quando as coisas boas da nossa vida magicamente 'desaparecem' e achamos a grama do vizinho mais verde e bem-cortada, estamos sentindo a marvada da inveja.

Acho essa história de "inveja do bem" pura balela. Se você inveja algo ou alguém, é porque o que você tem não te satisfaz. Acredito sim que a inveja, apesar de mesquinha, nos ajuda a ir para frente. E como ela faz isso?

Muitas vezes, essa cobiça de termos o que o outro tem nos leva ao desejo de mudar algo em nós mesmos. Assim, se espelhando no outro, almejando ter o que nos falta, nos sentimos motivados a melhorar, a 'ir para frente', a 'subir pra cima' (rs). Quem sente inveja e pára por aí, só envenena a si próprio. Não querer que o outro tenha algo para ficar igual à você é egoísmo e falta de caráter. Refletir sobre o que te causa inveja e tentar se igualar, sem prejudicar ao outro, é competição das boas. É não é transformando um sentimento ruim em algo bom que aprendemos a viver?

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Robbie Jacks

(Mortos para os não-fãs, né)

Hum, a pauta da vez é VELHARIA. O gênio mágico pediu que listássemos tudo o que gostaríamos que voltasse, mas aí eu pensei: Ué, tudo o que eu queria já voltou:










Michael Jackson (minus 1 nariz);



As Paquitas (com a mesma 'habilidádji' vocal), e todas as músicas dos anos 80, nas festas Ploc MARABIDJÓSAS nas quais soltei a franga mesmo;

Spice Girls (tá, voltaram pela grana, mas alguém tem que sustentar aquele bando de filhos sem pai);





Backstreet Boys (troque "sem pai" por "da mamãe" na legenda acima)






Massssssssssssss eu me perguntei: pq só o melhor tem que voltar? Alguém lembra de algum programa que era fora do normal e sumiu sem nem dar tchau? Séries que foram canceladas após 1 mísera temporada ou depois de ALGUNS CAPÍTULOS??? Ah, não! Resolvi apoiar as zebrinhas da coluna do meio, os pangarés, os desnutridos, os cambojanos da tv, que eu assistia com a maior alegria!!



Popular (1999): Se você não assistiu a série mais fútil de todos os tempos, onde a loira superbitch (que saiu do armário na vida real) maltratava a gordinha ruiva (que ficou magra mas acho que já engordou de novo), e a loira boazinha sempre era julgada justamente pelo tom das madeixas, sugiro que alugue os DVDs. Se preocupe não, só tem 2 temporadas.





Clarissa Explica Tudo: Melissa Joan-Hart em 1991, antes de fazer a Sabrina. Ela era uma menina metida a psicóloga que explicava ao espectador o que estava por trás do comportamento dos outros. Era bem legal a série, eu só não gostava do irmão dela, o Ferguson.


Sister Sister(1994): a série das gêmeas Tia e Tamera era super legal. Passava na Nick, muito antes dessa febre de Bob Esponja. Elas eram irmãs que haviam sido separadas no nascimento, e se encontram por acaso no shopping. Os pais adotivos resolvem morar junto e daí surgiam muitas confusões. O que me lembra...




Sweet Valley High (1994): Mais uma dupla de gêmeas. Só que uma é boa e outra é má. A má usa e abusa do poder e da carinha igual, mas ela sempre leva a pior no final dos episódios. Quase ninguém se lembra dessa série, mas eu via todo sábado.


Galera do Barulho (1989): clássico dos fins de semana! Quem não entendia por que a Lark era rica e chique não foi criança. Quem não teve vontade de jogar a caneca suja de Nescau no Screech tem que nascer de novo!!!








Ready or Not (1993): Não lembro o nome em ptg, mas essa é outra série que pouca gente se lembra, onde duas amigas, Busy e Amanda Zimm, cresciam juntas entre risos e lágrimas. Bem melhor que aquela "Minha Vida de Cachorro", sei lá.



Bette (2000): "Who loves me even though I'm crazy/And nothing that I say is true..." A série era sobre a cômica vida de Bette Midler, que fazia o papel dela mesma, tentando arrumar trabalho. Só durou 18 episódios :(





Jaspion, Changeman, Jiban, Giraya, The Flash, Spectreman
... porque é sempre bom ver (d)efeitos especiais e cidades de isopor...






Betty, a Feia (1999): Simplesmente a MELHOR NOVELA QUE EU JÁ VI NA VIDA. Viciei, vi várias vezes, gravei o final, cantei todas as músicas, sonhei com o Armando e com a franja bizarra!





O Mundo de Beakman (1995): depois que acabou, nunca mais me interessei por física e química ... :(((







E tem mais, quer ver?


Punky- A Levada da Breca (uma carinha que enternece um coração de féééérro!)

Whoopi (adoro a Whoopi Goldberg em qualquer coisa!)

MacGyver- Profissão Perigo (sério? chiclete com osso de frango vira bomba???)
Vovô e Eu (era de chorar, mas eu adoraaaava!)
Caça-Talentos - (Eu tinha sonhos libidinosos com o Artur!)
TV Colosso (Eu não largo o osso!!)


Chispita (o que eram os cabelos daquela menina???)

Carrossel (Eu só quis dizer...)
Clip Trip (onde eu vi, pela primeira vez, que no Brasil as músicas também tinham clipe!)


AINDA BEM QUE EXISTE YOUTUBE!!!!!!!!!!!
Robbie Jacks




Desde pequenos, ouvimos a mamãe e as professoras contando histórias maravilhosas, passadas em reinos distantes, onde o bem sofre o diabo mas, no fim, acaba vencendo o mal. Sabemos que são só histórias e que a realidade pode ser cruel e dar a vitória ao mal, mas aprendemos com a vida que nada é tão simples quanto os contos nos faziam acreditar.

Essa história de cotas nas universidades públicas é a mesma carochinha: têm-se, de um lado, o oprimido e, do outro, o mal soberano, rindo da desgraça do outro. E o que se faz com tamanha injustiça? Oras, devemos dar oportunidades para os coitadinhos do bem: ABRAM-SE OS PORTÕES DA UNIVERSIDADE PÚBLICA MÁGICA!!!

Acontece que a universidade não é mágica, e quem está dentro não é mau nem soberano. Quantos anos aqueles alunos ficaram debruçados nos livros, tentando decorar cada matéria para o vestibular? Quantos deles não trabalharam, ou fizeram os pais trabalharem mais, para pagar cursinhos e aulas particulares? E de repente chega alguém que, por não ter tido tanta "sorte" quanto ele, ocupa sua vaga? Isso é justiça ou preconceito camuflado?

Já está na hora de deixar a desculpa da escravidão, da pobreza, da falta de oportunidades e da raça de lado. Tentar suprir a carência de toda uma vida escolar com essa política de Robin Hood é desrespeitar quem ralou para estar ali e subestimar a inteligência do próprio contemplado. Sabe-se muito bem que uma vaga para entrar não garante o emprego no final, e nem a melhoria de vida. Porque entrar é o menor dos problemas. O resto da sua vida depende do quanto você se esforça dentro da faculdade. E não há cota nenhuma que garanta um bom desempenho.



Minha melhor amiga na faculdade entrou por meio de cota. Nós duas somos pardas. Quase que eu fiquei de fora por conta disso. Se o destino tivesse sido só um pouquinho diferente, hoje poderíamos ser inimigas mortais :-)
Robbie Jacks


Essa palavra sempre me assustou. Não porque eu não tivesse medo do casório em si, afinal, quem não quer usar aquele vestido branco de princesa e ter uma festa inteirinha dedicada à sua pessoa??

O que me deixava cabreira era a questão do NOIVO. Quem seria ele? Quem seria esse homem que, de tão maravilhoso, me faria esquecer que outros homens maravilhosos existem, e me faria viver somente para fazê-lo feliz???

Confesso que ainda ando às voltas com o tema. Toda vez que começo um namoro, começo a fantasiar como seria a vida casada com aquela pessoa, e se suportaria acordar todos os dias olhando para a cara do indivíduo. Já terminei muito namoro por causa disso, sabia? Casamento virou meu termômetro: quando você começa a imaginar como será a cara do seu futuro amante, é meio óbvio que o namoro acabou!

Hoje em dia meu namorado fala muito em casamento. Muito mesmo. Excessivamente. Tanto que, tentando disfarçar, pediu para eu checar o tamanho do meu dedo, mas não me disse para quê. Não é fofo demais? Eu acho. Sem contar que já moramos juntos por dois meses e não nos matamos, então acho que é um bom sinal, não? Consegui acordar todos os dias desejando ver somente a carinha dele ao meu lado...
Nunca fui o tipo de menina que sonha com o casamento desde criança. É claro que, na minha inocência, achava que aos 25 anos eu estaria casada com um cara normal e vivendo uma vidinha monótona. Mas agora eu estou aqui, meio relutante em relação ao casamento mas pesquisando uma coisinha aqui e outra ali, já me permitindo sonhar com um conto de fadas...

Mushy, te amo muitoooo!
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Robbie Jacks



Nunca entendi minha mãe. Sempre amei-a, é claro, mas nunca a entendi.

Já se foram 5 anos desde que minha mommy deixou este mundo, e até hoje não consigo entendê-la. Na minha cabeça, nós éramos melhores amigas e, embora eu tivesse que lidar com a maioria das minhas dúvidas sozinha, acho que ela estava lá.

O fato é que não consigo me lembrar como era nossa relação, ou melhor, acho que nunca parei para refletir sobre isso. Ela morreu quando eu estava começando a parar de questionar o mundo para tentar entendê-lo, e o fato é que me faltou tempo para tentar entendê-la. Ela foi mãe muito tarde, não tinha muita paciência para as minhas bobeiras (que para mim não eram bobeiras). Além de tudo ela era professora, e acho que já estava de saco cheio de crianças quando chegava em casa (e eu e meu irmão não éramos mole!).

Ela dizia que eu era muito mais apegada ao meu pai, mas não sabia que eu chorava todas as noites com medo de perdê-la e acordava sorrindo todos os dias por saber que ela ainda estava lá. Eu a acusava de preferir meu irmão, o "filho pródigo", e ela dizia que era assim porque eu sabia me virar. Até hoje acho que isso não é motivo para prescindir de mãe.

Tudo o que sou hoje não sei se devo à ela ou à mim mesma. Ela sempre disse que eu era muito independente, mas eu carecia demais do seu afeto. Não que ela não me desse carinho, deu-me tudo o que uma menina precisa para ser feliz. Ela era especial, e fez de tudo para que eu e meu irmão nos tornássemos pessoas críticas, independentes, felizes. Por causa dela, vi o Coelhinho da Páscoa numa fazenda no interior e Papai Noel atravessando a Lua num trenó. JURO que vi!

Minha mãe era especial, amiga, MÃEZONA. Pena que eu não tive tempo para entendê-la.




N ascida em Minas Gerais
I dealista demais
L evo esta vida sonhando
V ivo sorrindo e cantando
A final, encontrei paz


N. V. Calabre
Robbie Jacks


Escrever (e, com isso, quero dizer ESCREVER BEM) é uma dádiva, um prêmio, praticamente uma bênção do Senhor (nuóssa, exagerei!). Quem tem esse poder de se comunicar com os outros através da escrita não deveria deixar esse dom passar despercebido, concorda?

Este blog foi criado sem fins lucrativos (ainda). Escrevo pelo puro prazer de ser lida, de ter minha voz ouvida, de ver vocês comentando. Aqui, escrevo o que quero, o que sinto, o que acho. Cabe a quem me lê fazer seus próprios julgamentos e tomar suas próprias decisões. Não estou aqui para influenciar ninguém.

Dito isto, é claro que sei que, se eu fosse uma Marimoon da vida, e ganhasse para escrever/falar/publicar o que quer que seja a meu respeito, tomaria mais cuidado com as palavras pois, no final das contas, quem se destaca na mídia acaba influenciando os outros mesmo, seja para o bem ou para o mal.

Quando se é livre (ou parcialmente, pois ainda escrevo para uma revista de bons costumes hehe), pode-se tocar em assuntos delicados, falar da vida pessoal, ser contrário à maioria. Se eu ganhasse dindim para escrever, no entanto, ficaria um pouco mais restringida, mas com certeza muito mais feliz, e vocês sabem o porquê! Porque seria o supra-sumo da felicidade ser paga pra fazer o que mais se gosta, não?

Eu postaria por dinheiro sim, aliás, ser paga para escrever é o sonho de muita menina blogueira. Assim como todas as profissões, escrever, seja em blogs, jornais, revistas, whatever, é uma atividade que merece remuneração. E se para realizar esse sonho eu tivesse que me adaptar ao cliente, é claro que o faria. Agora, o que eu não faria NUNCA deixo pregado nesse mural para meus futuros chefes:





Beijos!!!
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Robbie Jacks

Não acredito que o mundo seja governado pelos homens. Espia só: quem é que cuida, lava, passa, cozinha e dá beijinho no machucado daqueles meninos que, décadas depois, se tornam gerentes, empresários, presidentes? A mãe.

E, depois que esses meninos já são tudo aquilo que os pais aspiravam para eles, onde eles encontram seu porto seguro, sua rocha, sua metade que nunca se abala e os espera de braços e coração abertos todos os dias depois do expediente: Nas mulheres.

Essas mulheres, no entanto, já não são mais aquelas donas-de-casa dos anos 40, que respiravam suas casas e viviam exclusivamente para satisfazer as necessidades dos maridos. Não que haja nada errado com isso. Mas o mundo de hoje não permite que nós, mulheres, nos preocupemos apenas com o bem-estar do lar e da família. Desde que nos permitiram mostrar nosso potencial, estamos por todos os lados, criando e recriando no trabalho, quebrando preconceitos machistas e deixando o mundo boquiaberto com nossa capacidade. E ainda arranjando tempo para dar o suporte necessário a esses marmanjos que acham que sabe tudo.

O que eles sempre souberam é que o mundo SEMPRE foi governado pelas mulheres. Mas só agora elas estão descobrindo isso.



Agora, se só restar mulher na Terra, para a Lua eu me mudo!
Robbie Jacks



Todos nós, humanos, temos o mal dentro de si. Uns insistem em não reconhecê-lo. Outros afastam-no como um inseto peçonhento. Alguns outros simplesmente reconhecem possuí-lo e continuam por aí, vivendo e convivendo com ele. O que leva uma pessoa, no entanto, a extravasar esse sentimento de modo tão inumano nos outros?

Eu não sei a resposta. Acredito que você também não saiba. Mas todos os dias somos lembrados pelos jornais que essa maldade interna, mais uma vez, não se conteve e quebrou a barreira do aceitável. Não estamos mais falando da criança que, com raiva do amigo que ganhou dele em um jogo de computador, se vingou espalhando que o tal menino ainda faz xixi na cama. Também não falo do motorista que discutiu acaloradamente com o outro no trânsito por causa de uma batida. Queria eu estar falando daquele pai que, para punir a malcriação da filha , deixou-a de castigo e sem sobremesa no quarto.

Torturar, matar, se suicidar, são as punições de hoje. Não preciso lembrar o que realmente aconteceu em cada um dos casos acima; os casos ainda estão "frescos" na memória. Se a violência desmedida revolta? Óbvio! Mas o que eu posso fazer, além de rezar pra que ela se mantenha bem longe de mim? Como eu vou segurar a mão de alguém que está a ponto de cometer uma besteira dessas?

Não dá pra se acostumar, e ao mesmo tempo não dá pra NÃO se acostumar. É difícil passar um dia sem uma notícia de mortes violentas, estupro, tortura. É um sem-fim de maldade que atrai a curiosidade pública e desperta o medo de sermos vitimizados também. Não sei como disseminar a paz no mundo, então prefiro olhar para dentro de mim. Tem tanta coisa que me faz querer gritar, xingar, bater em alguém todos os dias que é quase loucura me manter sã. Todos os dias, controlo os meus demônios para não despertar os demônios de ninguém. E você, têm controlado o seu?











escrito em meio a 387.58578.49721 interrupções de papai para ver "Zorra Total". Haja saco (pro Zorra, meu pai já tem um).
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Robbie Jacks


Entonces, uma LOOOOOOOOOOOOUCA pagou- quanto mesmo?- 90 MIL REAIS só para assistir à estréia de Sex & the City e conhecer a Kristin Davis, que eu nem sei qual delas é na série de mesmo nome. É, cometi sacrilégio, eu sei. Posso cometer outro? Nunca ouvi falar desse tal de Jimmy Choo, e não sei o que os sapatos dele têm de tão especial!

Pois bem, pensando num mundo ideal, onde "o que fazer" me faltaria mas dindim não, imaginei as loucuras que euzinha cometeria pelos meus ídolos. Vamos lá:


Se 90 mil reais eu tivesse:




Teste para figurante em Harry Potter eu faria! Imagina...


...dar uns amassos nessa carinha de bebê LINDA do Daniel na sala do amado, idolatrado, salve-salve Dumbledore???????????


...a moral que eu tiraria por usar aqueles quinhentos quilos de robes e cachecóis, e ainda assim ter o prazer de morrer de hipotermia na plantação de abóboras do Hagrid??


... o êxtase de fazer as provas com penas e fazer rascunhos em pergaminhos???
... o sonho ter a cabeça estapeada pelo Snape por tentar pegar uma colinha mágica da Hermione???
......................
A chefinha vetou o item "morar na casa do Michael Jackson", mas eu nem ligo e digo:
se dinheiro eu tivesse, com o Michael Jackson eu moraria!!










← Mas é claro que não é nessa choupana ridícula aqui...











É ÓBVÊIOOO que eu quereria morar aqüi!!!!!!!!!!! →








Até porque meu sonho de consumo não é lavar, passar e cozinhar pro Michael. Se rica eu fosse, empregadas eu contrataria. Mas a camisa suada do Michael, ah, essa eu roubaria!!!rsrsrs

Ah, imagina morar num parque de diversões, que ainda tem um zoológico e um cinema dentro??? Quinhentos funcionários à sua disposição, tudo sempre limpo, funcionando, e qualquer coisa que você quiser é imediatamente posta na sua frente? Aí eu daria asas aos meus devaneios: pediria uma jarra só dos tais M&M's amarelos, chamaria meus amigos hollywoodianos para uma festa do pijama báásica (hum, será que o Daniel Radcliffe viria???), enquanto meu amigo Michael canta músicas selecionadas por mimzinha, durante o dia inteiro, enquanto faz o famoso moonwalk pela casa. Tá bom ou quer mais???
Robbie Jacks



  • Blog eu não teria. E você não me conheceria (óbvio!).
  • Pirataria seria coisa de literatura futurista.
  • Meu círculo de amizades teria o diâmetro de um compasso escolar.
  • Eu não receberia aquele scrap comprometedor que acabou com meu namoro.
  • Teria que esperar até 2010 para assistir à 4ª temporada de LOST .
  • Teria muito mais calos nos dedos de tanto escrever cartas.
  • E minha conta de telefone iria às alturas!
  • Não saberia METADE das fofocas de celebridades que sei hoje.
  • Ainda teria que usar a biblioteca para fazer os trabalhos de escola.
  • Ainda me acharia a única fã do Michael Jackson do mundo.
  • E pior, teria que arranjar algo pra fazer nas 16 horas que passo sentada aqui na frente do PC!


Eu acabei de formular uma teoria : ficar sem internet deve ser igual a ficar sem luz, guardadas as devidas proporções. Primeiro a gente se desespera, acende vela, tropeça na mesinha de café, xinga a Light e tudo o mais. Depois que o corpo, a mente e os olhos se acostumam com a escuridão, a gente se pega usando a lanterna do vovô pra contar histórias de terror, fazendo pipoca, relembrando histórias de quando tínhamos 10 anos de idade e criando bichos de sombras na parede da sala. Daí, quando a luz volta, a gente fica feliz mas lá dentro bate uma tristeza de não ter mais que ficar ali, junto de todo mundo, distraindo-se e dividindo gargalhadas, e cada pessoa volta para seu quarto, sua televisão, seu computador, sua vidinha.
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Robbie Jacks



assim é a minha Páscoa, e deve ser a de muita gente também. Como não tenho aquela estrutura familiar de comercial de margarina, quase ninguém aqui em casa lembra que Deus existe na hora da ceia. E será que ele existe mesmo?

Toda a estória de que Jesus ressuscitou e subiu aos céus é o motivo pelo qual celebramos a Páscoa, mas, a meu ver, é um assunto completamente diferente em acreditar em Deus, Aquele que parou de atrasar o ônibus pra mim (agora ele me força a dar um sprint e perder umas calorias- valeu, Deusão!). Eu rezo, choro, imploro e até brigo com esse Deus que convive comigo. Independente de qualquer feriado.

Se estou rezando certo, não sei. Se tem alguém me escutando, não sei e nem quero saber- tenho horror a coisas do além. Mas continuo pedindo, noites sim e, quando o sono bate, não, que essa fé que me acompanha se fortaleça porque, se a gente não acredita em nada, acho que a vida fica mais chata, mais triste, mais sem-sentido. O meu Deus, que não sei se é o mesmo que o seu, continua me dizendo baixinho todas as noites que tudo vai, enfim, ficar bem. E é só isso que eu preciso pra ser feliz. Graças a - quem mais?- Deus.


PS: Eu como peixe na Semana Santa sim, porque eu sou supersticiosa e não quero que meu bebê nasça com cara de bife. Agora, que Semana essa que só dura 4 dias??? Bom, melhor, pq eu ODEIO peixe!!! rsrsrs
Robbie Jacks


É cada pergunta que te fazem hoje em dia...

NÃO. Não ficaria. Por que? Oras, se o cara é gay, não vai querer nada com uma mulher, certo? Homem é homem, paca é paca e gay é gay, pelo menos assim eu acho. Se é um homem que gosta de 'meninos e meninas', então é BI. Mesmo assim, diria NÃO. Sei lá, se a gente já fica insegura de o menino sair por aí beijando outras meninas, imagina a possibilidade de ele sair sendo atraído por praticamente TODA a população? Sim, porque o mundo é gay, e eu só vivo nele. Ou vivo só, sei lá.

O caso é que tá todo mundo louco. O BBBundão do Marcelo se assumiu gay mas confundiu todo mundo ao não se conter perto daquela menina lá, a separadora de casais. Como isso pôde acontecer? Ou ele é gay, ou não é. E se ele é e não é ao mesmo tempo, então é BI, entende?

Entonces, para evitar confusões de rótulos, bocas e desejos, eu não ficaria com gay. Até porque eu ainda estou tentando entender minha relação com os heteros que restam neste mundo...
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Robbie Jacks


Pintei meu cabelo de Louro-Monroe, fiz lipo, botei silico, minha mãe deu três ataques. Gastei a mesada em roupas, plastifiquei o nariz , botei botox nos lábios, meu pai nem me reconheceu. Fiz aulas de canto, dança, teatro, dormi com o diretor. Comecei clássica, vintage, "antique", quase uma pin-up : me acharam fora de moda. Mostrei então uma vibe moderna, ousada, um girl power bem avant garde: muito 'dois-mil-e-vinte', disseram. Revoltei, escrachei, repintei-me de tchutchuca, mostrei tudo de todos os ângulos em todos os lugares, dancei até o chão chão chão, arranquei tufos de cabelos alisados das concorrentes: caí no lugar-comum. Relegada aos programas de (falta de) catiguria, aos reality shows decadentes e escolas de samba deploráveis, perdi meu momento: me perdi no momento. Achei que, se pela fama vale tudo, se eu fizesse de tudo ela viria. Mas não veio. Acho que faltou ser eu mesma...
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Robbie Jacks



Fazer um amigo é ganhar um pedaço extra de você mesmo, um irmão ou irmã que você pôde escolher. É com ele que se troca confidências, fofocas e com quem passamos horas teorizando sobre nada e ao mesmo tempo tudo. Amizade virtual é a mesma coisa, com um plus gráfico e fofo. Quer você esteja :( ou :/ ou até mesmo >( , seu amigo vai estar lá do outro lado do monitor pra te dar aquele apoio seguido de um forte [] e muitos :**** . Você pode até ficar :-O e :-S se seu amigo ficar x( mas, no final, tudo se acerta, pois amigo que é amigo \o/ pelo outro, não? E é claro que isso nos deixa muito :D !

Então fica dado meu recado: amizade, seja virtual ou real, é uma delícia. O que você está esperando pra abrir seu MSN? Tenho certeza de que tem um monte de gente legal te esperando. Boa sorte :p !!!!
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Robbie Jacks


A indústria musical carece de bons exemplos, ou melhor, carece de bom senso. Foi-se o tempo em que o artista batalhava para que suas canções chegassem ao topo, fazia uma maratona de shows para divulgar seu trabalho, e via todo o seu esforço recompensado na forma de um pequeno gramofone dourado que lhe concedia o status de estrela.

Voltando à triste realidade, assisti dia desses a Amy Winehouse (ou Casa de Vinhos,rs) fazer uma apresentação lamentável direto de Londres (porque os EUA são burros mas não são bestas) onde a cantora (?) tentou entoar o cântico Rehab (e a discreta ironia?) mas parecia à beira da overdose. E ainda assim, caindo pros lados, enrolando a língua e com olhar de quem estava vendo gnomos, Amy me sai dali com 5 Grammys!!!

Os fãs que me desculpem, até acho legalzinha as músicas, mas abrir a sacola dos Grammys para alguém que fez pouco ou nada além de passar os dias se drogando, perdendo os dentes, gritando pelo namorado encarcerado e trocando a cor do picumã não merece esse prêmio. Ou talvez eu seja conservadora demais e a Amy que está na onda certa de fazer show drogada. Vou então rever meus conceitos e aguardar ansiosamente os Grammys da Bitchney e os Oscars da Linsday Lohab...
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Robbie Jacks


O assunto hoje é MACONHA e, quem quiser, olhe pro outro lado porque eu tenho que dizer: VAMOS PARAR COM ESSA LENGA-LENGA E LIBERAR GERAL!

Não fumo maconha ou qualquer tipo de cigarro, não uso drogas e não idolatro quem canta sobre ou a usa como meio de libertação, pois acredito profundamente que drogas aprisionam o ser humano.

Agora, não foi por culpa da ilegalidade que me tornei assim, acho que fui simplesmente criada para evitar as armadilhas do mundo real. Se a maconha for liberada, seja para uso medicinal, espiritual, extra-sensorial ou qualquer outro motivo que ultrapasse o entendimento dos reles mortais, não acredito que o consumo entre os não-usuários irá aumentar. Quem se beneficia dos efeitos da droga medicinal teria sua vida facilitada e, vamos combinar, o lucro do tráfico de drogas deve diminuir, pois seria um produto a menos no mercado negro, não? E eu dou um beijo e um queijo pra quem diminuir a violência por aqui.


Sou muito fã do livre arbítrio, e levanto aqui minha bandeira: quem quiser fumar, que fume, quem quiser beber, que beba. Só não faça isso do meu lado, por favor.
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Robbie Jacks


Por incrível que pareça, ser trocado por um homem é um dos meus pesadelos mais recorrentes. Porquê? Ora, pense na humilhação que deve ser ouvir seu namorado dizer que o que você tem não é o que lhe satisfaz, e o bonitinho só descobriu isso depois de TE namorar!! Morra, Phulano.

Ser trocada por outra é Über chato também, mas é o tipo de situação em que você pode se consolar, dizendo que ele te trocou por uma qualquer, e que ela é mais feia, mais gorda, mais vesga, mais burra e por aí vai. Agora, ao ser trocado por um homem você vai dizer o quê? Que o outro é mais peludo, mais macho, mais sem-educação e mais musculoso? E o que a gente diz pro pai quando chegarmos chorando em casa? Que o namô provou e não gostou da fruta, da SUA fruta? Vergonha, tristeza e choque. Não troco figurinha, não fico amiguinha, e também me recuso a armar um barraco. Simplesmente viro as costas e desejo, de todo o coração (ferido e quebrado), que eles virem purpurina.
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Robbie Jacks


Sou o tipo de pessoa que mais pensa do que faz, ou mais faz e pensa que não faz. Fez sentido? Não? Vou tentar explicar usando o carnaval, aproveitando o clima:

Amo carnaval. Adoro ver o pessoal suando, dançando, a passista sambando, o gringo babando, a escola passando, a bateria tocando. Acho lindo, colorido e sobe até um calorzinho pelas veias quando vejo minha Mocidade na avenida. Agora, me pergunta se eu gosto de assistir ao vivo? Detesto muvuca, gente suando em mim, passista se amostrando do meu lado, gringo babando do outro, aquele calor lazarento e o cheiro de suor. Fora que, na hora que enche o saco e quero ir embora, tenho que enfrentar o trânsito infernal do Centro até minha casa, com mais gente suada e fedida, fora os bêbados e as senhoras gentis que gostam de falar alto e cuspindo na cara dos outros.

Assim é minha visão sobre as diversões da vida: muitas vezes, acho mais legal a IDÉIA de fazer alguma coisa do que fazer a coisa em si. Massss, como idéias não geram memórias (nem fotos, nem estreitam laços com amigos, amantes, pais e irmãos), acabo saindo e, para minha não-mais-surpresa, me divirto muito. No entanto, gostaria muito de, na hora que o programa enche o saco (e, acredite, não demora muito), poder me teletransportar pro meu quarto. Um dia ainda invento essa máquina.
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Tá, é clichezaço dizer que dinheiro não traz felicidade, que as melhores coisas da vida são de graça, que ele não compra amigos nem verdadeiros amantes,mas, me diga: quantos mendigos felizes você conhece?

A felicidade em si não está nas cédulas e nas moedas (e nem no cartão de crédito, embora seja difícil admitir), mas nas coisas que o dinheiro te permite fazer. Não é ele a mola do mundo (ou algo assim)? O mundo gira em torno da grana, e nós também. De que adianta querer curtir um pôr-do-sol na praia se você mora no interior e não tem dinheiro pra pagar o busão? Ou querer ir naquela festa que você esperou o ano todo e não poder comprar A roupa naquela loja bacanérrima? E não poder fazer aquela viagem super esperada com a galera no verão por falta de tutu?

Dinheiro não compra felicidade, tá, eu sei, mas que a falta dele no bolso dá uma tristeza, ah, isso dá!!!
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Robbie Jacks


Se você se arrepende de algo que fez, então já é tarde demais.

Arrependimento até existe, mas a possibilidade de reparar um erro grave é, muitas vezes, um desejo utópico. Imagine você que, um dia, sem mais nem menos, alguém muito querido seu é assaltado e morto. Aquela pessoa que existia num segundo agora já não existe mais. Todos que dela gostavam se tornam vítimas do mesmo crime. Todas as brincadeiras, os sorrisos, tudo o que foi dito ou não dito, tudo vira lembrança. Tudo o que resta é a saudade. Dá pra viver assim?

Aí continue imaginando que, no meio da revolta em seu coração e no de todos os que sofreram a perda, alguém prenda o assassino. E ele vai a julgamento. E é condenado. Alívio sim, paz não.

Aí esse mesmo ladrão aparece nas TVs e nos jornais chorando, dizendo que se converteu e sente muito ter cometido ato tão impiedoso. Ele está arrependido, e implora o perdão do país, e este se sensibiliza. Mas eu te pergunto se perdoá-lo vai fazer com que seu espírito seja purificado, e se a família da vítima vai ter seu parente de volta, como se o arrependimento fosse uma borracha poderosíssima contra besteiras cometidas no passado.

Todos temos que conviver com as escolhas que fazemos na vida. Tomar decisões erradas faz parte dela, e se arrepender também. Quando assim acontecer, apenas olhe pra frente e tente fazer o seu melhor adiante. O mal já está feito e arrepender-se, embora seja um sentimento genuíno, não melhora muito a vida de quem foi prejudicado, mesmo que o prejudicado tenha sido você mesmo.



baseado no filme "Desejo e Reparação" e no caso do ladrão turco.


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O que foi essa notícia da
piauiuiuiense que gastou RIOS pra entrar no Big Brother? E NÃO CONSEGUIU??? UHUAUAHAUHAUAHUAHA, tenho que rir do desespero da amiguinha...

Pusé. O caso é que REALMENTE tem louco pra tudo nesse mundo. Tenho saudades do primeiro BBB, onde parecia que nada era armado, onde as pessoas pareciam não se conhecerem, onde as regras do jogo ainda não tinham sido esclarecidas e todo mundo ficava com aquela cara de "o que eu faço agora? ? ? "

Essa mulher (fácil? fútil? louca? ) está atrás do que todas as mulheres fáceis, fúteis e loucas estão. Cadê o reconhecimento pelo mérito, pelo talento, pelo esforço? Colocar silicone, fazer lipo e pintar o cabelo são os novos obbbstáculos no caminho da fama e do dinheiro. Estar no BBB já não é mais aquela competição pelo mais carismático e mais povão (tanto que nem tem mais participantes com cara de povo). Como se pode ver todas as noites (e dias se você tem dinheiro sobrando, saco pra aturar e muita falta do que fazer para assistir), a casa está cheia de pseudo-pessoas, com peitos de plástico e cabeça de vento. Gente sem moral pra mostrar o corpo, beber até cair, se esfregar debaixo dos edredons e humilhar publicamente o papai que tá assistindo. Na minha opinião, essa piauiabacaxiense tinha que estar lá dentro, pois já provou que é capaz de anular completamente sua inteligência e ser apenas mais um corpo, exatamente como querem os produtores do programa.
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Robbie Jacks



Minha primeira reacao, antes de ver o video, foi de preocupacao: como assim um desenho animado expõe assim a homossexualidade como algo banal, normal, que naum afeta a vida de ninguem??? Sei la, me preocupei com o que poderia acontecer na cabeca de uma criancinha vendo isso...

Apos assistir ao video de abertura do desenho percebi que, de alguma maneira, o desenho eh inocente. Eh claro que a ideia de duas maes envolve uma serie de conceitos mais complexos e mais "sujos" para os adultos, assim como a ideia de um casal hetero tambem envolve questoes complexas e o "so-Deus-sabe-o-que-eles-fazem-no-quarto" fator. Para uma crianca, no entanto, o conceito de duas maes, como pareceu ser no desenho, envolve nada mais do que duas vezes mais amor, duas vezes mais atencao e duas vezes mais broncas!

As maes do desenho naum sao masculinizadas, e nao parecem expor sua sexualidade, e, para mim, eh assim que deve ser. Criancas nao devem ser expostas ao erotismo, a sensualidade, ainda mais num mundo doente como esse onde vivemos hoje.

Baseada na abertura, o unico problema que vejo eh a enfase na relacao das duas maes. Se o show se chamasse Buddy G, e ele por acaso tivesse duas maes, eu deixaria meus filhos assistirem numa boa. Porem, o show faz questao de apresentar as duas mulheres como metades de uma relacao de lesbianismo e maes do menino. Orgulho gay tem limite, e fazer as criancas focarem num aspecto da relacao dos adultos que nao as dizem respeito eh demais. Essa eu nao engoli.


assista a abertura em: http://www.youtube.com/watch?v=uy3Fb51GfdE
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