
Cultivo uma amizade como quem cultiva um amor. Sabe quando você bate os olhos na pessoa e “clica”? Minhas amizades nascem assim, como num romance. A única diferença é que, mesmo depois de anos de convivência, continuo perdidamente apaixonada...
E vocês sabem o que acontecem às pessoas “perdidamente apaixonadas”! É um tal de querer estar junto, dividir alegrias, tristezas,ligar no meio da noite só pra conversar,e fazer programas no estilo tupi-guarani só para poder compartilhar o momento com aquela pessoa especial. Nas minhas amizades não toca teminha de Friends, mas cada amigo tem sua música, resultado de um momento especial passado a seu lado. Essas músicas e essas lembranças vão aumentando, se renovando e fortificando os laços à medida em que passamos mais tempo nos “amigando”.
Meço o valor de meus amigos não pelo número de lágrimas derramadas (porque esse é um jeito muito triste de contar a vida), mas pelos risos que eles me arrancam nesses momentos difíceis sem fazer esforço. Alguém que te faz rir quando tudo em volta te faz chorar só pode ser um amigo de verdade. E a recíproca tem que ser mais do que verdadeira. Só mesmo cuidando, rindo, chorando, VIVENDO essa troca maravilhosa e infinda faz com que a amizade, ou melhor, o amor pelo amigo, cresça, e se transforme naquelas estórias que a gente gosta de recontar de tempos em tempos, em meio a gostosas gargalhadas daqueles que nos ajudaram a criá-las.
Hey,Annete Xiclette Bolette,this one is for you!!!:)
